Muitos alunos costumam me perguntar qual deve ser a correta reação contra uma agressão conduzida por trás por meio de uma gravata de estrangulamento. Geralmente é um ataque rápido que pega a vítima despreparada que muitas vezes fica sem reação diante de um agressor maldoso e cruel.
O que fazer?
Como reagir?
Essas são algumas perguntas que recebo constantemente sobre a situação.
E é bom mencionar que muitos dos que tem dúvidas, neste caso específico, são Operadores de Segurança Pública que tem grandes preocupações com as agressões conduzidas por trás, já que seja na axila, cintura ou perna sempre carregam algum tipo de arma de fogo ou outro tipo de acessório, equipamento ou material que não deve ter contato com outra pessoa a não ser ele próprio como, por exemplo, bastão retrátil, faca ou canivete, spray e assim por diante. O receio é como evitar que o agressor tenha acesso e estes instrumentos.
Assim, para a situação específica aqui tratada muitos profissionais de autodefesa costumam afirmar que em casos de agressão por gravata de estrangulamento o policial ou militar deve ser rápido o suficiente para acessar a sua faca ou canivete e com ele desferir um corte no braço do agressor.
Eu particularmente tenho lá minhas dúvidas se este procedimento pode ser enquadrado como mecanismo de autodefesa já que elevar uma lâmina cortante próximo ao rosto do agredido pode elevar o grau de risco de vida do mesmo diante da crise. Em muitos casos, para afastar um agressor, neste caso específico, um contato direto nos olhos pode ser suficiente para conseguir escapar da agressão. Todavia, cada caso é um caso.
Outro ponto importante de destacar é que a maioria das agressões pode vir a terminar no chão e, neste caso, se tratando de policiais e militares devem os mesmos buscar os melhores meios para evitar que a queda ao chão ocorra, já que no solo o agressor pode ter acesso mais fácil aos acessórios, equipamentos e materiais policiais e militares. Além disto, não é uma das melhores situações ir para o solo com um agressor com uma lâmina cortante em mãos, seja na dele ou na nossa.
Neste caso, deve o agredido ser rápido e decidir como se desvencilhar do agressor o que não devo negar que em muitos casos uma boa lâmina pode ajudar. Neste caso, é dever daqueles que fazem uso de qualquer tipo de instrumento aplicado na autodefesa o prévio conhecimento das técnicas e táticas para o correto emprego da força de reação.
Devo lembrar também que a autodefesa no conceito adotado e aplicado por mim junto ao TDA 3 busca evitar sempre o contato corpo a corpo com o agressor em todas as hipóteses. Quando isto não é possível toda e qualquer reação tomada deve ser aplicada com base na educação e no treinamento que foi utilizado para assimilar a técnica e a tática da reação.
Para terminar fica o aviso: autodefesa é 80 % prevenção e 20 % reação.
O que fazer?
Como reagir?
Essas são algumas perguntas que recebo constantemente sobre a situação.
E é bom mencionar que muitos dos que tem dúvidas, neste caso específico, são Operadores de Segurança Pública que tem grandes preocupações com as agressões conduzidas por trás, já que seja na axila, cintura ou perna sempre carregam algum tipo de arma de fogo ou outro tipo de acessório, equipamento ou material que não deve ter contato com outra pessoa a não ser ele próprio como, por exemplo, bastão retrátil, faca ou canivete, spray e assim por diante. O receio é como evitar que o agressor tenha acesso e estes instrumentos.
Assim, para a situação específica aqui tratada muitos profissionais de autodefesa costumam afirmar que em casos de agressão por gravata de estrangulamento o policial ou militar deve ser rápido o suficiente para acessar a sua faca ou canivete e com ele desferir um corte no braço do agressor.
Eu particularmente tenho lá minhas dúvidas se este procedimento pode ser enquadrado como mecanismo de autodefesa já que elevar uma lâmina cortante próximo ao rosto do agredido pode elevar o grau de risco de vida do mesmo diante da crise. Em muitos casos, para afastar um agressor, neste caso específico, um contato direto nos olhos pode ser suficiente para conseguir escapar da agressão. Todavia, cada caso é um caso.
Outro ponto importante de destacar é que a maioria das agressões pode vir a terminar no chão e, neste caso, se tratando de policiais e militares devem os mesmos buscar os melhores meios para evitar que a queda ao chão ocorra, já que no solo o agressor pode ter acesso mais fácil aos acessórios, equipamentos e materiais policiais e militares. Além disto, não é uma das melhores situações ir para o solo com um agressor com uma lâmina cortante em mãos, seja na dele ou na nossa.
Neste caso, deve o agredido ser rápido e decidir como se desvencilhar do agressor o que não devo negar que em muitos casos uma boa lâmina pode ajudar. Neste caso, é dever daqueles que fazem uso de qualquer tipo de instrumento aplicado na autodefesa o prévio conhecimento das técnicas e táticas para o correto emprego da força de reação.
Devo lembrar também que a autodefesa no conceito adotado e aplicado por mim junto ao TDA 3 busca evitar sempre o contato corpo a corpo com o agressor em todas as hipóteses. Quando isto não é possível toda e qualquer reação tomada deve ser aplicada com base na educação e no treinamento que foi utilizado para assimilar a técnica e a tática da reação.
Para terminar fica o aviso: autodefesa é 80 % prevenção e 20 % reação.
Um abraço a todos e até a próxima leitura.
Fabrizzio Bonela Dal Piero
Fundador, Diretor e Instrutor do TDA 3.